Em artigo no ConJur, Antonio Carlos Aguiar, presidente do SINSA, reflete sobre o medo de se tornar obsoleto diante da inteligência artificial e a importância de redescobrir o encontro humano.

O avanço da inteligência artificial reacende uma inquietação que vai além do futuro das profissões: o que acontece quando as pessoas temem se tornar obsoletas diante da tecnologia?

Em novo artigo publicado no ConJur, Antonio Carlos Aguiar, presidente do SINSA, examina esse medo — que chama de futurofobia — e alerta para o risco de reduzir o ser humano a algo substituível. A reflexão convida a olhar para o trabalho no século 21 sem perder de vista aquilo que nos torna humanos: a possibilidade do encontro.

Pesquisas mostram que 46% das pessoas no mundo esperam menos empregos por causa da IA. Mas o medo vai além do emprego: é o medo de se tornar obsoleto.

Qual é a sua leitura: o medo da IA é um sinal de alerta ou uma oportunidade de repensar o trabalho?

Leia o artigo completo
https://conjur.com.br/2026-out-13/o-trabalho-e-o-viver-no-seculo-21-medo-futorofobia-e-redescobrimento-do-encontro/
 

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